Ação apreende narguilés contrabandeados avaliados em R$ 800 mil no DF

Uma operação da Receita Federal, da Secretaria de Fazenda e da Polícia Militar apreendeu 234 caixas de narguilés em estabelecimentos comerciais do Distrito Federal. A mercadoria – avaliada em R$ 800 mil – foi retida nesta quarta-feira (1º), como resultado da operação Hookah. Os produtos não tinham procedência comprovada.

Segundo os investigadores, as essências e insumos utilizados nos narguilés também não tinham sido submetidos ao controle dos órgãos regulatórios, a exemplo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além dos narguilés, também foram apreendidos acessórios e essências de importação proibida.

Os suspeitos mantêm comércios nas regiões de Águas Claras, Taguatinga, Riacho Fundo II, Plano Piloto e Paranoá. Eles têm até 48 horas para comprovar a origem dos produtos. Se comprovada a irregularidade da carga, ela ficará retida.

Em nota, a Receita Federal informou que a operação também identificou “empresas de fachada e comercializadas no mercado interno”. De acordo com os fiscais, a seleção dos comércios foi realizada por meio de “cruzamento de dados” dos sistemas da Receita Federal que teriam indicado “grande quantidade de mercadorias importadas irregularmente”.

Operação Hookah
De acordo com os fiscais, o nome escolhido para a operação Hookah faz referência ao termo usado na Índia – e em alguns países de língua inglesa – para o narguilé.

O produto é uma espécie de “cachimbo de água” utilizado para fumar tabaco aromatizado. O ar aquecido por carvão passa pelo fumo e resfria no líquido antes de ser aspirado – e eliminado em seguida – pelo usuário. O fumo, também conhecido como essência, é composto de tabaco e frutas ou aromatizantes.

 

FONTE: G1/DF


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