Saiba como a SES se posiciona em relação as HEs no combate a dengue

hospital de campanhaPor Elton Santos

Fazer “serão” na Secretaria de Saúde é algo que não tem compensado para os servidores. Quando se faz, ou demora para receber, ou não recebe. Ocorre isso com o pagamento do direito referente ao mês de setembro, por exemplo. O governo prometeu pagar este mês, mas por falta de recursos deve adiar o depósito.

Sobre isso a Secretaria de Saúde respondeu apenas:

A secretaria de Saúde informa que os pagamentos das horas extras são realizados à medida em que existe disponibilidade financeira.

Neste mês o governo iniciou, em nível nacional e local, um combate reforçado ao mosquito aedes aegypti. Esperava-se que fosse pago as horas extras para quem trabalhasse na missão. O próprio SindSaúde também cobrou o benefício da Secretaria de Saúde, segundo informou representantes da entidade.  Questionada sobre se isso ocorreria, o órgão respondeu:

A Secretaria de Saúde informa que os profissionais que estão prestando serviço na Unidade de Atenção à Dengue, em Brazlândia, serão remanejados de centros de saúde de Samambaia, Recanto das Emas, Taguatinga, Núcleo Bandeirante, Guará e Ceilândia.

O remanejamento foi feito de forma planejada e, por este motivo, não haverá prejuízo ao atendimento nos centros. A pasta frisa que, neste momento, devido ao aumento do número de pacientes que buscam assistência relatando suspeita de dengue, foi necessária a criação desta nova unidade especial.

No local, somente na manhã de hoje, 11, (data de quando a SES foi questionada pelo Guardian DF), 50 pessoas foram atendidas. O funcionamento será das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Estuda-se a possibilidade de expansão do atendimento para o fim de semana.


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